Tecnologia DRBD

Serviços de rede: IP flutuante, DNS e load balancers no cluster

Alta disponibilidade de serviços de rede exige que o endereço IP, o DNS e o balanceamento de carga estejam integrados ao cluster. O Pacemaker, com recursos como IPaddr2, permite failover transparente e atualização dinâmica de DNS, garantindo que clientes sempre alcancem o serviço, mesmo após falhas de nós.

Clusterizando bancos de dados: MySQL, PostgreSQL e beyond

Integrar bancos de dados ao cluster HA exige mais que mover arquivos: é preciso entender replicação, failover e riscos de split-brain. Pacemaker oferece recursos nativos para MySQL e PostgreSQL, mas cada banco demanda cuidados específicos para garantir consistência e disponibilidade.

DRBD e storage compartilhado: consistência sem SAN proprietária

DRBD permite replicação de blocos entre servidores Linux, criando storage compartilhado sem depender de SAN proprietária. Integrando DRBD ao Pacemaker, é possível garantir failover automático com consistência de dados, desde que os recursos sejam corretamente configurados e as limitações do DRBD sejam respeitadas.

Recursos, constraints e ordens: o cérebro do Pacemaker

Recursos são os serviços, IPs e volumes que o Pacemaker gerencia. Constraints definem onde, quando e como esses recursos devem rodar, garantindo dependências e alta disponibilidade real. Sem configurar corretamente essas regras, o cluster pode ficar ineficiente ou até indisponível.

CPU, RAM e rede: onde o cluster realmente sente

O desempenho e a disponibilidade de um cluster Pacemaker/Corosync dependem diretamente do dimensionamento correto de CPU, RAM e rede. Subdimensionar qualquer um desses recursos pode causar falhas, lentidão ou até split-brain. Entenda como medir, prever e testar o consumo real desses componentes em clusters de alta disponibilidade.

Escolha de recursos e fencing: o que proteger e como isolar

Proteger apenas os serviços essenciais e garantir isolamento seguro são decisões críticas em clusters de alta disponibilidade. Nesta lição, você aprende a identificar recursos críticos, escolher e configurar fencing (STONITH) e desenhar dependências robustas entre serviços.

Desenhando o cluster: topologias, número de nós e quorum

Projetar a estrutura de um cluster de alta disponibilidade exige decisões técnicas sólidas: escolha da topologia (ativo-passivo ou ativo-ativo), definição do número de nós e compreensão profunda do quorum. Cada escolha impacta diretamente a resiliência, o desempenho e a complexidade operacional do ambiente.