Control Plane e Node: quem faz o quê no cluster
O Kubernetes separa claramente as funções entre o Control Plane e os Nodes. Cada componente tem responsabilidades críticas para garantir alta disponibilidade, escalabilidade e automação do cluster.
O Kubernetes separa claramente as funções entre o Control Plane e os Nodes. Cada componente tem responsabilidades críticas para garantir alta disponibilidade, escalabilidade e automação do cluster.
O Kubernetes depende de uma comunicação interna robusta entre etcd, API Server e plugins CNI para garantir persistência, controle e conectividade dos pods. Entender como esses componentes trocam dados e montam a rede é fundamental para operar clusters confiáveis e escaláveis.
Kubernetes é um orquestrador de containers de código aberto criado para gerenciar aplicações em escala, oferecendo resiliência, automação e auto-recuperação. Ele resolve o desafio de operar centenas ou milhares de containers, mas não cobre todos os aspectos da infraestrutura e tem limitações importantes.
Containers oferecem isolamento leve e portabilidade, superando VMs em agilidade e eficiência de recursos. Entender como containers se diferenciam de VMs e processos é fundamental para compreender o papel do Kubernetes em ambientes de nuvem privada.
Kubernetes mudou o jogo da infraestrutura: orquestração de containers, automação de deploys e resiliência nativa. Neste curso, você aprende a planejar, implantar e operar clusters Kubernetes em nuvens privadas, dominando desde os fundamentos até integrações avançadas. Ao final, estará apto…
O Kubernetes vai além do simples agendamento de contêineres. Com CRDs, Operators e extensões open source, ele se transforma em uma plataforma extensível para aplicações complexas e automação avançada. Entenda como esses recursos mudam o jogo em ambientes de produção modernos.
Service Mesh é uma camada de infraestrutura que oferece controle refinado de tráfego, observabilidade e segurança para aplicações em Kubernetes. Istio e Linkerd são as principais soluções open source, cada uma com abordagens distintas para gestão de políticas, tracing e segurança.
Alta disponibilidade em clusters Kubernetes não é luxo: é requisito para ambientes críticos. Esta lição detalha como manter o control plane, o etcd e o balanceamento de carga resilientes, com práticas extraídas de produção real.
Migrar aplicações legadas para Kubernetes exige mapear dependências, refatorar o mínimo possível e adotar rollout controlado. O sucesso depende de monitoramento pós-migração e ajustes contínuos.
Upgrades e backups em clusters Kubernetes exigem planejamento rigoroso para garantir continuidade e integridade dos dados. Esta lição mostra como planejar upgrades, proteger o etcd, definir políticas de retenção e testar a recuperação.
Sem versionamento e revisão, clusters Kubernetes viram terra de ninguém. Manifestos bem estruturados e controlados por Git garantem rastreabilidade, rollback rápido e revisão colaborativa. Automatizar validação reduz erros antes mesmo de chegar ao cluster.
O Cluster Autoscaler ajusta automaticamente o número de nós em clusters Kubernetes, aumentando ou reduzindo a infraestrutura conforme a demanda real de recursos. Isso garante eficiência, resiliência e economia em ambientes de produção.
O Kubernetes oferece mecanismos automáticos para escalar pods conforme a demanda: o Horizontal Pod Autoscaler (HPA) ajusta a quantidade de réplicas, enquanto o Vertical Pod Autoscaler (VPA) modifica recursos de CPU e memória dos pods. Saber configurar, monitorar e combinar esses recursos é essencial para garantir eficiência e resiliência em ambientes de produção.