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LGPD e PCI-DSS: requisitos mínimos para não colocar dados em risco

A LGPD e o PCI-DSS exigem segmentação de rede, controle de acesso e monitoramento rigoroso para proteger dados sensíveis em restaurantes. Ignorar esses requisitos expõe o negócio a vazamentos, multas e paralisações. Esta lição detalha as obrigações técnicas mínimas e mostra como a segmentação com pfSense reduz riscos.

Configurando o Collector para ingestão OTLP via gRPC

Para receber dados instrumentados via OTLP/gRPC, o OpenTelemetry Collector precisa de configuração precisa do receiver OTLP. Ajustes de porta, autenticação e validação local garantem ingestão eficiente e segura, indispensável para observabilidade real em ambientes distribuídos.

Storage e retenção: sizing para Loki em produção

Dimensionar o storage e a retenção no Loki é decisivo para garantir performance e evitar surpresas com perda de logs ou custos inesperados. O cálculo depende do backend, da taxa de ingestão e das políticas de retenção, exigindo monitoramento constante e configuração de limites claros.

Estimando volume de dados: métricas, logs e traces em produção

Instrumentar aplicações com OpenTelemetry gera dados que podem sobrecarregar sua infraestrutura se o volume não for bem estimado. Entenda os fatores que influenciam esse volume, como o sampling reduz o impacto, e como calcular custos de armazenamento e processamento para tomar decisões técnicas sólidas.

Collector em cluster: balanceamento e alta disponibilidade

O OpenTelemetry Collector pode ser dimensionado horizontalmente para suportar grandes volumes de dados em ambientes distribuídos. Configurar balanceamento de carga e redundância é essencial para garantir alta disponibilidade e tolerância a falhas, mas existem limitações que precisam ser consideradas.

Dimensionando agentes e ingestão: CPU, memória e throughput

Dimensionar recursos para agentes de logs e ingestão é essencial para garantir performance e estabilidade em ambientes com Loki e Fluent Bit. Esta lição mostra como calcular CPU, memória e throughput necessários, usando benchmarking real, limites práticos e ajustes para workloads críticos.

Delimitando o escopo: o que e onde instrumentar primeiro

Instrumentar tudo ao mesmo tempo é desperdício e confusão. O segredo é priorizar serviços críticos, mapear fluxos essenciais e escolher entre instrumentação automática e manual. Um plano incremental garante visibilidade real sem sobrecarregar a equipe nem o sistema.