Playbooks e roles: separando lógica, dados e responsabilidades
Playbooks e roles são os pilares da organização no Ansible. Eles permitem separar lógica, dados e responsabilidades, tornando automações reutilizáveis, seguras e fáceis de manter.
Playbooks e roles são os pilares da organização no Ansible. Eles permitem separar lógica, dados e responsabilidades, tornando automações reutilizáveis, seguras e fáceis de manter.
Inventários e variáveis são a base da orquestração com Ansible. Entenda como construir inventários estáticos e dinâmicos, organizar grupos de hosts e manipular variáveis para ambientes multi-site.
O Ansible automatiza tarefas de TI sem instalar agentes nas máquinas gerenciadas, operando via SSH e arquivos de inventário. Seus principais componentes são inventário, módulos, playbooks e roles, organizados para garantir que o estado desejado seja atingido de forma idempotente e auditável.
Automação em TI não é mais luxo: é resposta direta à complexidade, ao erro humano e à demanda por escala. Infraestrutura como código (IaC) garante reprodutibilidade, reduz falhas e libera tempo para inovação.
Automatizar tarefas repetitivas não é mais luxo, é sobrevivência em ambientes de TI modernos. Este curso ensina como usar Ansible, do zero ao estado da arte, para provisionar, configurar e proteger infraestruturas inteiras, reduzindo erros humanos e tempo desperdiçado em…
GitOps é o uso de Git como fonte única de verdade para infraestrutura, tornando mudanças auditáveis e reversíveis. Fluxos declarativos e automação com GitHub Actions permitem que equipes modernas gerenciem ambientes complexos com rastreabilidade e segurança.
Monorepos gigantes concentram múltiplos projetos em um único repositório, facilitando integração, mas trazendo desafios sérios de performance, build e dependências. Ferramentas open source como Bazel, Pants e Lerna ajudam a lidar com esses problemas, mas o Git ainda impõe limites técnicos que exigem soluções criativas.
Quando um bug crítico entra em produção, agir rápido é vital. O Git oferece recursos para identificar, reverter e documentar incidentes, mas exige disciplina para evitar efeitos colaterais e garantir rastreabilidade.
Migrar de SVN para Git exige entender diferenças conceituais, escolher ferramentas open source adequadas e planejar para preservar histórico e branches. O processo envolve desafios técnicos e culturais, mas pode ser feito de forma segura com boas práticas e validação cuidadosa.
Documentação viva é a base de equipes maduras: ela precisa ser clara, útil e evoluir junto com o código. Neste módulo, você aprende como README, Wiki, templates e decisões arquiteturais mantêm o conhecimento acessível e atualizado em projetos GitHub.
Commits atômicos e mensagens padronizadas tornam o histórico do Git legível e seguro para equipes. Revisão de código organizada evita bugs e facilita manutenção em ambientes colaborativos.
Quando projetos e times crescem, pipelines de CI/CD precisam ser paralelos, controlados e seguros. Esta lição mostra como orquestrar múltiplos workflows no GitHub Actions, separar deploys para staging, produção e rollback, gerenciar secrets por ambiente e coordenar times sem perder performance ou rastreabilidade.
Quando o repositório e a equipe crescem, o Git pode sofrer com lentidão e conflitos. Dividir o código em múltiplos repositórios, usar submódulos e sparse checkout, além de otimizar clones, é essencial para manter a performance e a organização.