Tecnologia YAML

Automação em pipelines: Ansible no CI/CD

Executar Ansible em pipelines CI/CD garante que a infraestrutura e aplicações sejam provisionadas, testadas e entregues de forma consistente e auditável. Integrar Ansible ao pipeline permite padronizar o ambiente, automatizar testes e proteger segredos, reduzindo falhas manuais.

Ansible e Git: versionando infraestrutura como código

Integrar Ansible ao Git é essencial para garantir rastreabilidade, colaboração e controle de mudanças na infraestrutura como código. Esta lição aborda estratégias de versionamento, fluxos de trabalho, automação com hooks e resolução de conflitos em playbooks.

Templates Jinja2 e Ansible Vault: configurando e protegendo segredos

Templates Jinja2 permitem gerar arquivos de configuração dinâmicos no Ansible, interpolando variáveis conforme o ambiente. O Ansible Vault protege dados sensíveis, como senhas e chaves, garantindo segurança em automações. Esta lição mostra como combinar ambos para criar infraestrutura flexível e segura.

Playbooks na prática: escrevendo, rodando e depurando

Playbooks são o coração da automação com Ansible. Nesta lição, você aprende a escrever, executar e depurar playbooks de forma eficiente, usando recursos como o modo check, diff e módulos de debug. O objetivo é garantir automações confiáveis e fáceis de manter.

Control node, managed nodes e inventário: quem faz o quê

O Ansible se organiza em três pilares: control node, managed nodes e inventário. Cada um tem um papel claro na automação: o control node orquestra, os managed nodes recebem as tarefas e o inventário define quem é quem. Entender essa arquitetura é fundamental para operar e escalar automações de TI.