Tecnologia PostgreSQL

Conectando fontes de dados: PostgreSQL e múltiplos bancos

Para o Metabase entregar valor real, ele precisa se conectar a bancos de dados corporativos. Aprenda a cadastrar conexões seguras, testar integrações e garantir que o Metabase leia só o necessário, com foco em PostgreSQL e outros bancos open source.

Índices, vacuum e autovacuum: o que consome espaço e como prever

Índices e o autovacuum são essenciais para performance e saúde do PostgreSQL, mas também estão entre os maiores consumidores de espaço e I/O. Entender como cada tipo de índice ocupa disco, como o bloat surge e como o autovacuum atua é fundamental para prever crescimento e evitar gargalos.

Infraestrutura: memória, CPU, armazenamento e rede

Dimensionar corretamente a infraestrutura do Metabase é essencial para garantir desempenho, estabilidade e escalabilidade. Esta lição detalha os requisitos oficiais e recomendações para memória, CPU, armazenamento e rede, considerando diferentes ambientes e integrações, como PostgreSQL dedicado.

Estimando carga: usuários, consultas e volumetria de dados

Dimensionar o Metabase exige entender o perfil de uso: quantos usuários acessam simultaneamente, quantas consultas são feitas e qual o volume de dados trafegado. Sem essa análise, o ambiente pode sofrer lentidão ou falhas sob carga real.

O ciclo de vida de uma transação: do comando ao commit

Uma transação no PostgreSQL passa por parsing, planning, execução, registro no WAL e commit, garantindo durabilidade mesmo após falhas. Entender esse fluxo é essencial para diagnosticar gargalos, evitar corrupção e otimizar desempenho em ambientes críticos.

Persistência e armazenamento: onde ficam dados, logs e arquivos

O Metabase depende de um banco de aplicação para guardar configurações, usuários e auditoria. Logs e arquivos temporários ficam no sistema de arquivos do host, exigindo atenção para backup e alta disponibilidade. Entenda onde está cada informação crítica e como proteger seus dados.