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Estimando carga: usuários, consultas e volumetria de dados

Dimensionar o Metabase exige entender o perfil de uso: quantos usuários acessam simultaneamente, quantas consultas são feitas e qual o volume de dados trafegado. Sem essa análise, o ambiente pode sofrer lentidão ou falhas sob carga real.

Levantamento de requisitos: do prontuário ao backup

Mapear requisitos técnicos em clínicas exige entender como dados clínicos circulam, onde estão os riscos e como garantir disponibilidade e integridade. Esta lição mostra como transformar processos de saúde em especificações para redes, integrações e backup.

Alta disponibilidade e contingência

Alta disponibilidade no GLPI evita paradas e perda de dados mesmo diante de falhas. Você aprende a planejar, implementar e testar replicação do banco MariaDB, redundância de servidores GLPI, failover automático e contingência.

Integrando equipamentos médicos: HL7 FHIR na prática

HL7 FHIR é o padrão moderno para integrar sistemas clínicos e equipamentos médicos, permitindo interoperabilidade real entre EHR, LIS e PACS. Entender seu funcionamento e desafios é essencial para garantir segurança e eficiência em ambientes de saúde conectados.

O ciclo de vida de uma transação: do comando ao commit

Uma transação no PostgreSQL passa por parsing, planning, execução, registro no WAL e commit, garantindo durabilidade mesmo após falhas. Entender esse fluxo é essencial para diagnosticar gargalos, evitar corrupção e otimizar desempenho em ambientes críticos.

Persistência e armazenamento: onde ficam dados, logs e arquivos

O Metabase depende de um banco de aplicação para guardar configurações, usuários e auditoria. Logs e arquivos temporários ficam no sistema de arquivos do host, exigindo atenção para backup e alta disponibilidade. Entenda onde está cada informação crítica e como proteger seus dados.